Month: Maio 2017

7 dicas para jovens empreendedores

O mundo precisa de novos empreendedores, já que estes criam empregos, elevam os padrões de vida, introduzem novas tecnologias na sociedade e mantêm viva a concorrência no mercado. Começar um negócio é difícil, e é crucial que a próxima geração tenha a máxima munição possível para iniciá-lo. Assim sendo, eu quero deixar as minhas 7 dicas para jovens empreendedores:

  • Paixão

Você falhará. Isso é parte do jogo. Os seus fracassos são mais propensos a levar ao sucesso se você se envolver com algo que você acredita. Começar um negócio só porque sim vai-lhe deixar sem solução, queimado e, finalmente, de volta a onde você começou. Escolha um algo que lhe apaixona.

  • Defina o seu mercado

Você já ouviu falar disto antes. É um dos erros mais comuns que os empresários fazem. Você tem que encontrar algo que faça sentido e seja possível de chegar.

A Internet dá-nos possibilidades quase infinitas, mas é vital definir o seu mercado de forma realista e tentar chegar aos usuários que estão interessados no que você oferece.

  • Preço mínimos

Assumir riscos é importante em qualquer novo empreendimento, desde que seja razoável. Considere fornecer o seu produto ou serviço no nível mais básico possível (também chamado produto mínimo viável). Um pequeno investimento inicial pode ligar novos clientes/doações antes de arriscar mais dinheiro. O seu objectivo define o preço ideal. Pesquise os seu mercado definido e ajuste de acordo.

  • Seja honesto

Este conselho aplica-se a você, aos seus funcionários e aos seus clientes. Seja honesto sobre com o que você se pode comprometer no seu negócio. Não é bom quando exagera quando  não tem dinheiro suficiente nem as horas de se comprometer com um projecto. Seja honesto sobre o que os seus parceiros podem esperar, e o que você espera em troca. E seja honesto com os clientes.

  • Utilize, mas não em excesso, a social média

Os jovens estão sempre prontos para estar online, e isso não é uma coisa ruim. Mas é importante pensar com cuidado antes de publicar material na Internet. A social media é, obviamente, uma ferramenta poderosa. Aplicando-a na sua empresa pode conseguir espalhar o seu negócio de forma rápida e barata. Dito isto, tenha cuidado para não colocar todos os seus recursos nas redes sociais. Experimente e meça os resultados, em seguida, avalie constantemente e decida o que está a funcionar e o que está a ser desperdiçado.

  • Não se esqueça de RP

Relações com a média tradicional e online podem produzir uma cobertura que tem uma vida útil mais longa e custa menos do que a publicidade. Pense sobre o que faz com que o seu produto seja uma novidade, interessante e relevante. Em seguida, fale com a imprensa sobre o assunto. Você pode obter bons comentários, menções em blogs, ou mesmo aparecer em segmentos de notícias. Muitos meios de comunicação têm secções dedicadas às pessoas na comunidade que fazem coisas relevantes. Inclusive um artigo no jornal do Campus pode ser uma valiosa fonte de publicidade.

  • À procura de mentores

O início de qualquer negócio pode ser emocionante, frustrante, libertador e assustador ao mesmo tempo. Lembre-se que embora as gerações mais jovens podem ser mais peritas do que aqueles que estão no negócio há anos, ainda existem princípios básicos refinados pela experiência. Muitas comunidades oferecem oportunidades de networking para jovens e velhos empreendedores. Aproveite esta, você pode ser surpreendido pela riqueza de conhecimento que outros colegas têm para oferecer.

Estas dicas não vai lhe dar todo o sucesso, mas cada bocado de conhecimento que você pode reunir antes de iniciar a sua carreira de negócios pode ajudar a evitar erros graves.

Portugal: um diálogo aberto, flexível e fácil

O país não é esse mercado “distante e difícil” na Europa, ao contrário de alguns equívocos. Pelo contrário, é muito aberto e fácil para as PME estrangeiras.

Pequeno em tamanho, mas grande em oportunidades de negócios. Esta é a principal característica do mercado português, este é muito aberto a produtos e serviços estrangeiros, e onde fazer negócios é fácil. “Vender em Portugal pode ser feito através de um agente local ou distribuidor local através de vendas directas da França. Depende da estratégia da empresa”, diz António Silva, CEO AICEP, a Agência de investimento e comércio de Portugal. “Devemos, no entanto, ser mais orientados para o cliente do que o produto. As empresas devem estar mais atentas às necessidades dos consumidores que exigem uma maior diversidade nas faixas de propostas. Para o sumo de frutas, por exemplo, há uma escolha entre uma dúzia de sabores, contra 3 ou 4 na França”, disse Ricardo Simões, o director da Câmara de Comércio e da Indústria. Claro que, como em qualquer país latino, deve ser favorecido o contacto humano incluindo a participação em feiras comerciais. Também é importante saber que o português tem uma tendência sistemática para negociar preços.

Um país líder em energias renováveis

Na economia portuguesa longe de fabricação, há ainda oportunidades na indústria, particularmente na subcontratação aeroespacial com a criação de um centro de negócios em Évora, a sul de Lisboa, onde a Embraer, a gigante brasileira sector opera. “A experiência local na indústria têxtil, plásticos auto-motivos ou nas baterias de veículos eléctricos também têm grandes oportunidades”, diz o director da CCIFP.

Embora os grandes projectos de infraestrutura estão temporariamente suspensas com a crise no país, a construção ainda oferece um grande negócio na renovação de edifícios. Os sectores da saúde e bio-indústria são muito dinâmicas. “Um novo centro europeu de investigação em nanotecnologia dedicada à biomédica emerge perto de Coimbra” desliza Ricardo Simões. Mas as empresas têm interesse em surfar as fortes serviços de desenvolvimento. Portugal tem a necessidade de novas tecnologias de informação, telecomunicações e sector do ambiente. Nesta último segmento, o país está bem avançado na Europa em energia renovável (eólica e solar), onde já atingiu a meta do 20% dos recursos energéticos, definido pela União Europeia para 2020 a todos seus estados membros. “A nova meta de Portugal é aumentar essa participação para 36% em 10 anos”, diz Ricardo Simões.

Este pequeno país também pode ser um trampolim para exportação numa das maiores e mais dinâmicas economias globais, o Brasil. “A história colonial obriga, os laços comerciais são muito fortes entre Portugal e o Brasil. Ter uma presença comercial em Portugal pode facilitar as suas exportações para os países latino-americanos, e até mesmo a Angola, em África, uma ex-colónia português”, conclui António Silva.

Fazer negócios em Portugal

Vamos conhecer alguns dados importantes a saber se quer criar um negócio em Portugal.

Quando alguém se aproxima de uma pessoa no negócio em Portugal, costuma-se usar o seu título seguido pelo seu nome completo. Independentemente do seu grau, graduados universitários são geralmente referidos como “Doutor” e os colegas muitas vezes se referem uns aos outros como “colega”. Cartões de visita são trocados apenas por membros seniores de uma empresa. Pode ser considerado rude escrever informação oficial em tinta vermelha. Em empresas o que é chamado de “socialização” se concentra principalmente no comer e beber em bares e restaurantes. Os meses de Julho e Agosto estão a ser evitado a nível empresarial (além do turismo), porque muitas pessoas estão de férias. Relativamente ao vestuário, este costuma ser formal e elegantemente. O Inglês é amplamente falado na comunidade empresarial, portanto, se quer criar um negocio é uma língua que deve falar.  Os horários de trabalho tradicionais são de segunda a sexta-feira das 09h às 13h e das 15h às 19h.

A economia portuguesa

Portugal era tradicionalmente uma economia agrária, mas desde a adesão à União Europeia em 1986, os sectores industriais e, especialmente, dos serviços têm crescido significativamente em comparação com a agricultura. Contudo, a agricultura ainda emprega cerca de 10% da população activa (figura elevada em comparação com os padrões da Europa Ocidental) e contribui com perto de 8% de PIB. O país produz principalmente trigo, milho, batatas, tomates, uvas, azeitonas, peixe e produtos à base de carne e de leite. O sector de manufactura é dominado pela matéria têxtil, calçados e máquinas.

Portugal aderiu à zona euro na sua inauguração, em 1999. Infelizmente, desde então, a economia Português  tem tido uma luta dura. Portugal foi particularmente afectada pela crise financeira impactando Europa desde 2008. O país foi então impôs medidas drásticas e reduziu drasticamente os seus gastos para cumprir com o resgate da UE e do FMI. A taxa de desemprego é de cerca de 12,3%, enquanto a inflação é de cerca de 3%. As principais exportações são de vestuário e calçado, máquinas, produtos químicos. Enquanto que as principais importações são de equipamentos, máquinas/transporte, produtos químicos, petróleo, couro e têxteis.

No negócio os nossos principais aliados são a Espanha, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Angola. Esta informação é bom saber, pois pode facilitar o processo de internacionalização já que são culturas com a que temos uma aproximação.

 

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén